segunda-feira, 8 de junho de 2009

Carrancas


Continuando a saga de colocar a leitura em dia, vi aqui no blog da Cris Couto, que a Sódoces anda fazendo chocolates em forma de carrancas para a coleção Arte Brasileira!
Eu me lembro que lá em casa tinha uma carranca dessas! Mas depois a bicha sumiu, não sei o que foi feito dela quando nos mudamos para o apartamento! Acho que não combinava muito com a decoração...
Diz no post: "As carrancas são manifestações artísticas típicas da região do rio São Francisco, e "espanta mau olhado, inveja e coisas ruins". Flavio explica que "a boca aberta entoa um canto avisando da força que protege quem a possuí, e seus grandes olhos ajudam a encontrar o caminho". São feitas com um blend que leva, principalmente, cacau brasileiro, com certificação de origem. Detalhe: o molde das carrancas foi feito a partir de uma escultura em madeira forjada pelo próprio Flavio que, antes de ser confeiteiro, já adorava artes plásticas. Nas versões meio-amargo, ao leite e branco (50 g), custa R$ 16,90. É uma delícia (embora seja um pouco difícil mordê-la...)!"
Aina não provei mas vou dar uma passadinha lá essa semana!
Outro post de lá que também gostei foi esse aqui! Que fala sobre o projeto da Mara Salles, do Tordesilhas, o Tem mas tá acabando! Do qual eu já tinha ouvido falar quando ela mencionou na Mesa Redonda do evento Franco Brasileiro que rolou lá no Senac mês passado.
Diz no post: "A proposta é apresentar ingredientes raros e valiosos, que estão na sua melhor época, e que vêm de várias regiões do Brasil. Mara adquiriu um lote destes produtos e vai oferecer, a partir do dia 5 de maio, um cardápio completo com eles, até que... acabem (o estoque, claro). A empreitada, explicam, ajuda o produtor, além de colocar esses itens em evidência para um grande mercado consumidor, o que pode gerar mais demanda.
O cardápio custa R$ 85 e inclui:
Jerimunzinho caboclo assado e queijos brasileiros fundidos
Cuscuz de farinha ovinha com guisado de cordeiro, pinhões e minilegumes
Torta de castanha-do-pará com umbu
Farinha ovinha: é uma farinha de mandioca artesanal, produzida na cidade de Uarini (região de Tefé), no Amazonas, em pequena escala.
A chef conseguiu 30 quilos. Essa cidade, a 570 km de Manaus, no centro do estado, tem grãos arredondados de cor quase dourada. A dupla diz que sua textura e seu sabor são memoráveis. Pinhões do Vale do Paraíba: o restaurante adquiriu 40 quilos desses pinhões, recém-colhidos na região de Cunha, uma lida cidadezinha perto de Parati. Jerimum da Fazenda Ituaú: a fazenda, na cidade de Salto, interior de São Paulo, produziu esse jerimum exclusivamente para o restaurante.
Mara e Ivo explicam que no Nordeste este tipo de jerimum é comum, mas que, por aqui, é bem raro. Umbu da Bahia: a calda dessa fruta, nativa do Nordeste, foi elaborada a partir de uma polpa da Coopercuc (Cooperativa de Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá), na Bahia, que reúne mais de 100 famílias em torno da produção de geléias, doces e polpas do umbu.
Ainda não sei se tem mas amanhã vou dar uma ligadinha lá porque se ainda tiver não quero perder também!

3 comentários:

Maria Teresa disse...

Mor, a carranca foi roubada. Mil anos de azar para quem roubou....

Johnny na Babilônia disse...

Eu tinha medo daquela carranca. Assim como de todas aquelas máscaras que meu pai trouxe da Africa!

Marina Sabino disse...

Eu tenho mais medo daquela sua cara quando fica me olhando na beira da cama!!!!