sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Procura-se

Procura-se desesperadamente Papai Noel rico, jovem e disposto a bancar meu best-Natal-ever!!!!!!!!
Vou deixar aqui, minha listinha de desejos para o velhinho se empolgar...
Mas falando sério agora... Qualquer um pode ajudar o papai Noel enviando esses ou qualquer outros presentes... Para saber o endereço de entrega é só mandar um email para odedodamoca@gmail.com
Aqui vai a listinha:

  • Um Jantar no Duo Cuochi Cocina. O restaurante italiano do consagrado chef Paulo Barros, já foi Melhor Restaurante Italiano em 2006, 2007, 2008 e 2009; Chef do Ano e Restaurante do Ano 2008.

  • Uma sorveteira da Cusinart!!!!!!!!!!! Esse será o MELHOR presente! Juro que até compro um agradinho pro Papai Noel que me der esse!

  • Um happy-hour no Alucci Alucci, com direito a cota ilimitada de coquetéis e quantos petiscos o estômago comportar.
  • O livro Em Casa com Jamie, do meu querido Oliver.






  • Um saco de confeitar profissional com todos os 1364174637647 bicos que existir!





  • O livro As Doceiras, da Carla Pernambuco. Você ainda pode escolher uma sobremesa do livro que farei para lhe retribuir o presente.

  • A Agenda Gourmet 2009 da Idéia Pop. Além de espaço para anotações traz 24 receitas francesas do chef Roland Villard.

  • A caixinha de docinhos trufados de brownie com damasco, limão, vodca com pêra, maracujá, coco com doce de leite, cassis com caramelo, brigadeiro, pistache, framboesa, abacaxi, conhaque e foundant da Divani & Fusco.

E se você for muito rico e secretamente apaixonado por mim pode me dar de presente uma viagem gastronômica-cultural para Salvador e região... Garanto que com o meu roteiro e minha companhia seu dinheiro nunca terá sido tão bem empregado!

Maiores informações em odedodamoca@gmail.com

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Heathcliff x Buck McKay


Julie & Julia anda meio esquecido na estante porque estou com minhas leituras muito atrasadas com a correria do final do semestre. Mas hoje acordei mais cedo para ir pra aula de maneira que me sobraram 15 minutos depois que fiquei pronta... Nesses 15 minutos peguei o livro... Folheando os capítulos que já li me lembrei que no livro Julie chama o irmão de Heathcliff. Não porque ele se chama Heathcliff mas porque esse nome a faz lembrar do irmão. "É o tipo de coisa que sempre acontece em Nova York", observou Heathcliff. (É claro que meu irmão não se chama Heathcliff. Texanos com ascêndencia escocesa e irlandesa não dão o nome de Heathcliff a seus filhos ruivos. É que acho engraçado chamá-lo assim - porque o irrita profundamente e porque "Heathcliff" atesta bem seu lado sadônico e rabugento).

Fiquei pensando em um nome que me fizesse lembrar do meu irmão... Talvez o próprio Heathcliff lembrasse muito meu irmão... Mas não podia copiar Julie...
Teve uma época que eu só o chamava de Idiota... Era João Paulo Idiota, João Idiota, ô Idiota... Mas se eu fosse escrever um livro não poderia ficar me referindo à meu irmão por Idiota...

Pensei em Otávio...

Mas Otávio me lembra muito um menino de Orlândia que estuda lá na faculdade. O verdadeiro Otávio entrou na fila da Educação 350 mil vezes antes de nascer... Otávio não me lembra João Paulo...
E alguns ainda poderiam associar Otávio à outro nome parecido com Idiota...

Pensei então em Zé.

Eu a-d-o-r-o todos os "Zé" que eu conheço... Mas Zé é descomplicado demais pra lembrar João Paulo... Zé é simples.

Lembrei que minha mãe disse que se eu fosse menino ia me chamar João Gilberto...
João Gilberto? Não..
É fino demais... é tradicional.

Decidi que João Paulo ia chamar João Paulo! Eu já tava atrasada pra aula!

Foi então que eu me lembrei do Buck!
Buck McKay é o personagem de Aaron Echkart no filme Molly - Experimentando a Vida.
Molly - Experimentando a vida é um filme em que Elisabeth Shue interpreta Molly, uma jovem autista que sai do período de internação e fica sob os cuidados de seu irmão, Buck. Buck quando criança fingia que não conhecia Molly (rá!*) porque tinha vergonha dela ser autista... Molly passou a vida inteira internada até que a casa fechou e Buck teve que cuidar dela. Buck então permite que a irmã inicie um tratamento experimental e Molly se transforma em um gênio, com inteligência superior, para a surpresa de todos (rááááá!**). Mas esse progresso acaba sendo relativo, já que Molly não se livra completamente da sua extrema concentração autista (!?*). Buck e sua irmã enfrentam então outro grande desafio... O de Buck aceitar a irmã do jeito que ela é, aprender a amá-la apesar das suas limitações e se perdoar pelo tempo que perdeu deixando a irmã no asilo.

No final do filme Buck implora para que Molly more com ele... E os dois se divertem juntos...

Buck é melhor que Heathcliff... ou Otávio...!
Buck será João Paulo, quando eu escrever um livro...
Massa para Panquecas

120ml de leite
2 ovos
200g de farinha
1 pitada de sal
Bata tudo no liquidificador e deixe descansar um pouco na geladeira. Esquente uma frigideira antiaderente e coloque um pouco de massa. Espalhe para cobrir toda a superfície da frigideira. Doure os dois lado.
Bons recheios são creme de milho, carne moída, banana com queijo, creme de palmito, ratatouille...

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

A verdade sobre o bacalhau...

Achei super interessante essa matéria que o Alex Atala escreveu para Prazeres da Mesa de Novembro:

O Melhor do Bacalhau
por Alex Atala

"Nunca vi cabeça de bacalhau. Ô, conversa besta! Deixe-me explicar melhor essa minha agressividade. Não existe no mar nenhum peixe que seja conhecido por "bacalhau". Em inglês, ele se chama cod; em francês, cabillaud. Em português, a palavra para o peixe fresco não existe porque ele não é encontrado em nossas águas. A bem da verdade, temos no Brasil, especialmente nos meses de inverno, um primo pobre dos peixes que resultam em bacalhau: o abrochas. Podemos dizer que esse peixe é da mesma família do cod e do cabillaud, mas não do mesmo gênero, nem da mesma espécie, muito menos da mesma qualidade.
O bacalhau pode ser feito de cinco tipos de peixe: o ling, o cod, o zarbo, o macrocefalus e o mais nobre deles, o gadus morua. Esses peixes, depois de salgados, passam a ser chamados bacalhau. O Brasil é o maior consumidor de bacalhau seco do mundo. Mas não devemos comemorar esse título. Compramos mais bacalhau desse tipo, porque não conhecemos os outros produtos derivados desse pescado. O que quero dizer é que o bacalhau semi salgado, largamente consumido na Europa, tem vantagens sobre o que consumimos. Esse tipo de salga é suficiente para desenvolver o sabor que conhecemos como o de bacalhau, sem perder as propriedades do peixe fresco, ou seja, a cor, a textura e a melosidade.
Antes de começar a falar do peixe fresco, hoje disponível congelado no mercado, quero fazer uma observação profissional. É muito melhor um peixe bem congelado do que um fresco mal acondicionado. A chegada do gadus morua fresco ao Brasil me faz comemorar. Como estamos em terras tabajaras, quero ensinar aqui um jeitinho brasileiro de ter bacalhau semi-salgado. Compre o gadus morua fresco e também o bacalhau seco. Retire as espinhas e a pele do bacalhau seco, moa-o e seque-o numa estufa. Moa novamente e volte à estufa. Repita esse processo até que obtenha um sal de bacalhau. Seco, desidratado e bem fino.
Uma vez com esse precioso produto na mão, tempere o gadus morua fresco, já que bacalhau fresco não existe, e deixe repousar por no mínimo duas horas. Se sua cozinha contar com essa tecnologia, coloque o peixe fresco, temperado com sal de bacalhau, para cozinhar a vácuo, com uma porção de azeite. Esse processo tem a vantagem de - com o controle absoluto da temperatura de cozimento - garantir-se uma carne de melhor textura, mais gelatinosa.
Caso você não possua um termocirculador e uma máquina de vácuo, não se desespere. Tenha à mão uma pequena panela. Coloque nela azeite. Se não tiver um termômetro, corra a uma loja de cozinha e compre um (afinal, é um utensílio barato). Aqueça o azeite a 60 ºC e cozinhe, por 6 a 8 minutos, aquela posta de peixe que você deixou marinando no sal de bacalhau, mantendo a temperatura a 60 ºC. É importante lembrar que, em qualquer um dos processos - a vácuo ou no outro um pouco mais rudimentar -, o peixe fresco deve ser preparado sem que lhe tire a pele.
A carne do gadus morua é muito delicada e, sem a pele, ela pode se desfazer durante o cozimento. Se você é daquele time que não come pele de peixe, não sofra. Você pode tirá-la depois de o peixe estar cozido. A minha dica como gourmet e profissional é: depois de cozido o peixe, use uma frigideira antiaderente para tostar a pele. Assim, você reunirá o melhor dos mundos: o sabor do tostado, a textura de um peixe fresco e o gosto tão apreciado do bacalhau.
Acredito que grandes ingredientes devam sofrer pouca interferência do cozinheiro. E a receita deste mês tem exatamente um ingrediente de alta qualidade. Bom azeite, bom bacalhau e boa batata."

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Ser pai ou como limpar camarões...

video


Quando recebi esse vídeo já logo imaginei como ele seria... E morri de rir depois que eu vi... A risadinha que o pai dá no final é a melhor...
Quem acompanha o Blog sabe que eu sou família até dizer chega... Passo mal no Bigode... Alucino na cabeça do meu irmão e brigo mas não largo minha mãe...
Depois que eu vi o vídeo lembrei de várias comidas que eu me lembro do meu pai... Se for pensar numa sobremesa, quindim!
Os inesquecíveis sanduiches de filé com queijo no final de semana...
E meu pai também sempre foi muito fã de frutos do mar... Eu aprendi a limpar camarão só olhando ele fazer, geralmente nos domingos... Ele ficava horas em pé na pia, com um fiozinho da torneira ligada, limpando camarão por camarão... Aprendi de tanto olhar...
E esses ficaram no ponto... O segredo é a frigideira bem quente para que o cozimento seja de no máximo 4 minutos, senão eles ficam borrachudos como chiclete...
Essa receita é ótima como entrada ou aperitivo...

Camarões ao Alho e Limão


1 kg de camarões crus, limpos e com rabo
80 ml de suco de limão
Azeite
2 dentes de alho em fatias finas
sal e pimenta do reino
Salsinha picada
Limão em quartos para servir
Aiolli (maionese com alho e limão)
Coloque o camarão, o suco de limão, 2 colheres de sopa de azeite, o alho em fatias, o sal e a pimenta numa tigela, misture e cubra com filme plástico. Leve à geladeira por 30 minutos. Retire e escorra o caldo. Regue os camarões com azeite e misture para cobri-los. Aqueça uma frigideira grande em fogo alto. Quando bem quente jogue os camarões. Não cozinhe demais, apenas deixe-os pegar uma cor. Retire do fogo e salpique com salsinha. Sirva com aiolli.
O aiolli fiz dourando um pouco alguns dentes de alho bem picados e misturando à uma maionese Hellmans sabor limão.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Comida também é presente

A alimentação é uma característica dos seres vivos... O ato de presentear alguém com comida vem de muitos atrás... Como por exemplo, o ato de presentear com ovos de chocolate na Páscoa... Os chineses e os povos do Mediterrâneo tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a chegada da primavera. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-os com beterrabas... Mas esses os ovos não eram para ser comidos, eram apenas um presente que simbolizava o início da vida...
Pra mim, é um dos melhores presentes... Pois é feito com carinho e dedicação, e quando é dividido entre os amigos e a família fica ainda mais gostoso...
Na minha opnião, não tem coisa melhor que ter a casa cheia, todo mundo ao redor da mesa, comendo, bebendo, conversando... Sempre saem ótimas histórias, gargalhadas, lembranças...
Esses cookies recheados são da Tecnicolor Kitchen (como sempre)...
Eu fiz esse cookies por dois motivos... Um é que minha mãe está indo pra Brasília e eu queria mandar alguma coisa pra Quel e pra Dada, e também porque amanhã é minha última consulta no meu dentista, e ele tem duas secretárias que são assim, excepcionais.... Elas sofreram quase tanto quanto eu durante esse meu TCC, tiveram a maior paciência com as minhas desistências, minhas confusões de horário, e sempre tinham ótimas histórias pra me fazer rir quando eu chegava lá super cansada e nervosa!
Eu nem queria que o tratamento tivesse acabado... juro!

Cookies recheados com Geléia
420g de farinha de trigo;
300g de açúcar
1 colher de sopa de fermento em pó
1/2 colher de sopa de sal;
226g de manteiga sem sal, gelada, em pedaços
120 ml de leite
1 xícara de geléia - usei de amoras
Comece preparando a massa, peneirando a farinha, o açúcar, o fermento e o sal. Coloque esses ingredientes no processador (usei batedeira), e acrescente a manteiga em pedaços e o leite, até obter uma mistura homogênea.
Forre três assadeiras grandes com papel manteiga e coloque 1 colher de sopa rasa de massa, deixando uma considerável distância entre ele, achate um pouco com o dedo...
Não deixe a massa muito alta para que os cookies não fiquem grandes demais...
*Fiz os discos e coloquei um pouco na geladeira antes de colocar no forno...
*Acho que algumas raspinhas de limão na massa ia cair bem para cortar um pouco o doce...
Asse até que as bordas estejam douradas...
Faça sanduiches com dois discos e recheio de geléia...
*Acho que ficaria ótima com uma geléia mais azedinha, como damasco, mas usei amoras mesmo por que acho que a Quel e a Dada iam gostar mais...
Consegui 25 sanduiches!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Freeeeeeeeedom!


Rá!
TCC entregue, apresentado, aprovado e engavetado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Cheeeeeeeeeeega...
Não posso mais ver laranja na minha frente, nem normas da ABNT, nem referências bibliográficas e muito menos meu orientador!!!!!!!!!!!!!!!
Estou de volta ao meu querido Blog, mais abandonado que o Rafael Polegar!!!!
Cheia de receitas pra postar, de blogs pra ler, mas calma.... Devagar a gente volta...
bjos!