sábado, 13 de setembro de 2008

Balada sustentável, news e mais....



Macarons Brasileiros

O francês macaron ganha brasilidade nas mãos do criativo Flávio Federico. O chef pâtissier criou receitas como a caipirinha (ganache de limão galego com cachaça) e oiapoque (cupuaçu, rapadura e chocolate branco) e apresenta estas e outras criações no I Festival de Macarons. O evento, entre 20 a 30 de setembro, tem um lado solidário: a renda obtida pela venda do macaron Zequinha de gianduia ( R$ 3,10), será revertida para APAE. A Sódoces fica na alameda dos Arapanés, 540, em São Paulo.

Os livros de Lucília Diniz

Lucilia Diniz resolveu colocar todos os seus livros sobre Diet e Light gratuitamente na internet para downloads.

No site dela: www.luciliadiniz.com.br

Balada Sustentável

Se acabar na pista virou questão de ecologia. Texto Anna Balloussier

Ficar dançando até 5 da manhã pode esgotar a sua energia. Mas pode ajudar a iluminar o mundo - ou pelo menos um pedacinho dele. Acaba de ser inaugurada em Londres uma casa noturna em que a eletricidade não vem da tomada: vem da animação da galera. Tudo graças a uma pista de dança piezoelétrica, que consegue transformar o movimento das pessoas em eletricidade. Conforme elas dançam, pressionam a pista com os pés. Aí o chão, que é feito com uma cerâmica especial, sofre uma pequena deformação (imperceptível pra quem está dançando). E isso gera energia elétrica para alimentar o som e a luz da boate. Segundo seus criadores, a pista high tech consegue gerar até 60% de toda eletricidade consumida pelo clube, que se chama Surya ("Deus- Sol", em sânscrito). Mas o que acontece se o dj não empolgar a galera e ninguém entrar na pista? Acaba a luz? Para evitar que isso aconteça, a boate conta com um sistema de baterias, painéis de energia solar e uma turbina eólica. Somando tudo isso, os donos do clube dizem que a eletricidade dá e sobra - o excedente é doado aos imóveis vizinhos. Mas a temática ecológica não pára por aí. As paredes do Surya são sensíveis ao calor e mudam de cor quando a casa está cheia e, literalmente, "fervendo" - a ideia é fazer uma referência ao aquecimento global. No banheiro, as descargas e torneiras utilizam água de chuva. E como não poderia deixar de ser, todos os vidros, metais, plásticos e papéis são reciclados. Já o bar usa certo estranhamento. Só serve bebidas orgânicas, feitas sem nenhum tipo de agrotóxico ou produto químico, e seu destaque é bem esquisito: uma tal de "biocerveja".

2 comentários:

Tânia Saj disse...

Amei a dica do site da Lucília! Obrigada!
Agora quanto a energia gerada pela balada, achei bárbaro seu post. Inclusive acho que meus vizinhos do andar de cima devem ter adotado, tamanho barulho que tem feito ultimamente...rs
Brincadeiras à parte, seria tão bom se todos nós pudéssemos ter como gerar a própria energia elétrica para acionar tudo que quiséssemos sem afetar o meio ambiente. Que idéia maravilhosa!
Só vou desconfiar da "biocerveja".....vai que seja algum líquido reciclado (argh).

Anônimo disse...

Ahahahaha... que legal essa danceteria aí. Deu vontade de conhecer... parece interessante heim! Hiuhsdiuhasdiuhaisha...

E ow, aquela mulher emagreceu daquele tanto mesmo? gente... quanta diferençaaaaa!!!

Bjus Marinaaaaaaaa!
Ai que fome q me dá seu blog! Hiuhdiuhsaiduashda...

Rafa.